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“ME MANDARAM EMBORA NA PORTA!”: O depoimento decisivo da babá que desmantelou a farsa do pai e da madrasta no caso do menino Gustavo

adminAugust 13, 2026

As investigações em torno do trágico assassinato do pequeno Gustavo Veloso Feitosa, de apenas 3 anos de idade, ganharam um novo e decisivo pilar com as declarações prestadas à Polícia Civil pela babá que cuidava da rotina da família em Palmas, no estado do Tocantins. O depoimento da funcionária foi fundamental para desarmar definitivamente a narrativa de acidente doméstico apresentada pelo pai da criança, Igor Gustavo Veloso de Souza, e por sua companheira, a madrasta Kathle Moreira.

Inicialmente, o genitor tentou sustentar perante os investigadores e a opinião pública que o filho havia caído acidentalmente na piscina da residência durante a tarde de segunda-feira.

Entretanto, as declarações da cuidadora, somadas ao laudo pericial emitido pelo Instituto Médico Legal (IML), revelaram uma sequência de ações frias e calculadas.

O casal manteve o cadáver da criança escondido no interior do imóvel por quase 20 horas antes de acionar o resgate e as autoridades policiais.

O Depoimento da Babá: A Barreira na Porta da Residência

De acordo com o depoimento oficial prestado pela babá à equipe do delegado Eduardo Menezes, encarregado do inquérito policial, a profissional apresentou-se no endereço na manhã daquela segunda-feira para cumprir o seu expediente diário de trabalho. Ao bater à porta, no entanto, foi recepcionada de maneira atípica por Igor Gustavo e Kathle Moreira.

O casal impediu a entrada da cuidadora nos cômodos internos e informou de forma ríspida e apressada que os seus serviços não seriam necessários naquele dia.

A funcionária relatou ter estranhado o comportamento tenso dos dois, além do fato de não ter sido permitida qualquer aproximação ao quarto ou visualização do pequeno Gustavo.

Dispensada na calçada, a mulher retornou para sua casa sem imaginar que, do outro lado daquela porta fechada, o menino de 3 anos já se encontrava sem vida sobre a cama.

Cronologia dos Fatos no Caso Gustavo:
• A Morte no Domingo: Exame do IML confirma que a criança faleceu ainda na noite de domingo.
• O Depoimento da Babá: Funcionária chega para trabalhar na manhã de segunda e é dispensada na porta.
• A Barreira no Imóvel: Casal impede a entrada da babá e esconde o cadáver do garoto dentro da casa.
• A Farsa do Afogamento: Pai procura a delegacia às 16h30 alegando queda acidental na piscina.
• O Laudo do IML: Perícia descarta água nos pulmões e confirma choque hemorrágico e agressões severas.

Para os investigadores, a atitude de dispensar a trabalhadora na porta de entrada foi a prova cabal de que a dupla tentava ganhar tempo para higienizar a cena do crime e estruturar uma farsa convincente.

20 Horas com o Cadáver: Banho, Fralda Limpa e Simulação

A reconstituição dos fatos com base na perícia médico-legal indicou que Gustavo perdeu a vida ainda na noite de domingo, vítima de agressões severas. Em vez de acionar a emergência ou buscar socorro médico imediato, Igor e Kathle permaneceram dentro da residência com o corpo da criança até o final da tarde do dia seguinte.

Nesse intervalo de quase 20 horas, o genitor adotou medidas para tentar ocultar as marcas visíveis das agressões.

Ele deu banho no cadáver da criança, trocou sua fralda e o deitou sobre o leito, simulando um momento de repouso.

Apenas por volta das 16h30 da segunda-feira — horas após dispensarem a babá na porta —, o pai compareceu à delegacia para alegar que havia acabado de encontrar o filho submerso na piscina da casa.

A tentativa de mascarar a realidade ruiu no momento em que os médicos legistas iniciaram os exames de autópsia no corpo do menino.

O Laudo Necroscópico do IML e a Causa da Morte

O laudo oficial emitido pelo Instituto Médico Legal de Palmas descartou categoricamente a ocorrência de afogamento. A perícia confirmou que não havia vestígios de água nos pulmões da vítima, comprovando que o garoto já não respirava no momento em que foi colocado na piscina pelo pai.

Pelo contrário, o exame pericial revelou um quadro estarrecedor de lesões corporais, traumatismo craniano e perfuração intestinal.

A causa formal do óbito foi atestada como choque hemorrágico e choque neurogênico decorrentes do emprego de violência contundente e atos de tortura.

“Ela chegou para trabalhar na manhã de segunda-feira e foi dispensada na porta sem poder ver a criança. O depoimento da babá provou que o casal sabia que o menino já estava morto dentro da casa enquanto tentava criar a farsa do afogamento!”

A constatação das lesões internas e o depoimento da babá desmontaram a versão de acidente e consolidaram as acusações de homicídio duplamente qualificado e fraude processual contra o casal.

Cumplicidade, Medidas Protetivas e Desdobramentos Prisionais

A postura de Kathle Moreira ao dispensar a babá e permanecer no imóvel junto ao cadáver fundamentou a decisão da Justiça em manter sua prisão preventiva por homicídio sob a modalidade de omissão imprópria e cumplicidade. A acusação sustenta ser impossível que a madrasta não tenha presenciado a gravidade dos fatos dentro do ambiente doméstico.

O caso também trouxe à tona os sucessivos alertas emitidos pela mãe biológica de Gustavo, que possuía medida protetiva contra o ex-marido e travava disputas na Justiça de Família.

Vídeos gravados pela mãe mostrando o desespero do menino antes de ir para as visitas foram anexados às investigações para demonstrar o histórico de pavor da criança.

O inquérito da Polícia Civil do Tocantins foi encaminhado ao Ministério Público para a formalização da denúncia e posterior remessa ao Tribunal do Júri.

Pai e madrasta seguem custodiados no sistema prisional do estado, aguardando o julgamento pelos crimes cometidos contra a vida do garoto.

Diante do depoimento da babá que revelou como foi dispensada na porta do imóvel para ocultar a morte do pequeno Gustavo, como você avalia o papel das testemunhas e da perícia técnica no desmantelamento de farsas criminosas?

You acredita que a Justiça deve adotar punições mais rigorosas e imediatas para cúmplices que ajudam a maquiar cenas de crimes no ambiente familiar?

Convidamos todos os leitores a participarem ativamente dessa reflexão sobre proteção infantil, rigor na apuração de fatos e combate à violência doméstica, registrando suas opiniões e análises na seção de comentários abaixo.

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